Há 15 anos
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Viva, há alternativa!
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Olá mais uma vez...
Antes que me esqueça é necessário referir que no dia 3 de Maio tivemos uma reunião com o Dr. Leonel Duarte da Clínica de Acupunctura pois contactou-nos para conversarmos sobre alguns pormenores da actividade. Ficamos tão contentes que andamos a falar nisso o tempo inteiro... Durante a reunião mostrou-se completamente disponível para nos ajudar pois conhece o tipo de trabalho do ensino secundário.
Depois de termos uma instituição para colaborar connosco tivemos de enviar um e-mail ao IMT para cancelarmos o nosso pedido de patrocínio. Sabemos que não foi uma atitude muito correcta mas não tínhamos outra hipótese...
A aula do dia 7, bem nem sei o que dizer sobre essa aula isto porque o nosso grupo não conseguiu resistir à extraordinária Queima das Fitas do Porto e isso reflectiu-se na sonolência do dia seguinte. Esta foi a aula em que o Projecto CASA realizou o seu produto final (palestra). Esta tão cansada que não resisti e "passei pelas brasas" durante alguns minutos até que fui surpreendida pelo olhar da Prof. Ana Maria. Fiquei tão envergonhada que depois mantive os olhos abertos até ao final da palestra e por acaso, gostei muito da palestra e principalmente da protagonista, uma cadela da raça Lavrador (tão fofinha :) ).
Durante o segundo bloco da aula o grupo dedicou-se ao produto final. Como tal, elaborámos os cartazes da actividade, convites e diplomas, e acertamos a data e hora da actividade ( dia 19 de Maio pelas 15:00 h). Dedicámo-nos também a convidar pessoalmente alguns professores a assistirem à palestra com os seus alunos. No entano, fomos recomendados a fazer autorizações para os alunos na qual os seus encarregados de educação tinham conhecimento do local onde se encontravam àquela hora. Feitas as autorizações,... o toque de saída já estava próximo.
O grupo encontra-se agora mais confiante e optimista relativamente ao produto final que tanto esperámos ao longo do ano lectivo.
Até lá...
Lúcia Neves
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Lúcia
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Viva, há alternativa!
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Olá mais uma vez, hoje trago óptimas noticias. . . =D
Antes de mais nada, vou então falar desta óptima notícia. Após os vários telefonemas (sem resposta) que fizemos para o Dr.Leonel Duarte da Clínica de Acupunctura, este contactou-nos e marcou uma reunião connosco. Foi então que no dia 3 (segunda-feira á tarde) nos deslocamos até á sua clínica onde tivemos a reunião. O Dr. Leonel mostrou-se bastante interessado no nosso projecto, nomeadamente na nossa actividade, e concordou desde logo em colaborar connosco. Assim sendo, estabelecemos logo alguns pormenores, como a data, o material necessário, a hora, entre outros aspectos. Esta colaboração foi muito boa para o grupo, não só porque nos permitiu dar um grande avanço na realização do nosso projecto mas também porque permitiu elevar de certa forma as expectativas do grupo assim como a nossa auto-estima.
Bom falando agora da aula propriamente dita, posso dizer que esta foi uma aula um pouco conturbada. Isto porque inconscientemente (ou não) alguns elementos do grupo, e eu fui uma delas, decidiram passar a noite de quinta-feira em festa em plena diversão sem pensar nas horas de sono que estávamos a desperdiçar, ou seja chegamos á aula completamente despedaçados, cheios de sono e muito cansados. =/
Para o primeiro bloco desta aula estava prevista a palestra das meninas do Projecto CASA. Apesar de ter sido bastante difícil manter-me desperta, tentei sempre estar atenta e não adormecer, pois seria uma falta de respeito tanto para o grupo como para os oradores da palestra. Confesso que foi uma palestra mesmo muito interessante, bem organizada e aquele cão, meu deus, que encanto. Foi pena não estar muita gente presente pois realmente era uma palestra bastante chamativa e de certeza do agrado de todos, pois afinal de contas, quem não gosta de cães?? =) Ainda assim estão de parabéns as quatro meninas deste projecto pois foi uma palestra muito bem sucedida.
Quanto ao segundo bloco da aula, um pouco mais despertos depois de um bom "pequeno-almoço" oferecido pelas meninas do Projecto CASA, o grupo retomou o seu trabalho para tratar de assuntos relativos á actividade da acupunctura. Enviamos um e-mail para o IMT a cancelar o pedido de colaboração uma vez que esta instituição nunca mais nos disse nada e visto que temos agora colaborador, o Dr. Leonel.
Tendo em conta os horários disponíveis do Dr. Leonel, a data escolhida para a actividade foi dia 19/05, ás 15h. Visto que o auditório estava reservado para quase todos os dias, o grupo não teve outra opção senão arranjar outro sitio para realizar a actividade. Foi então que decidimos que a sessão teórico-prática se irá realizar no laboratório de Biologia (pavilhão B).
De seguida elaboramos os convites e os diplomas assim como demos uns últimos retoques ao cartaz da actividade e conversamos com alguns professores (professora Fátima Oliveira e o professor Eduardo) sobre a possibilidade de participarem com os seus alunos na nossa actividade. Entretanto a professora Fátima recomendou-nos que fizéssemos umas autorizações para que os encarregados de educação tomassem conhecimento desta actividade e permitissem que os seus educandos participassem na mesma, visto que na parte pratica vão ser inseridas agulhas no corpo, e convém que os pais estejam esclarecidos que não há perigo e não nos provoque nenhum problema posterior.
Parece que finalmente esta actividade está a ganhar pés e cabeça e tudo indica que está a ir no bom caminho. =D
Antes de mais nada, vou então falar desta óptima notícia. Após os vários telefonemas (sem resposta) que fizemos para o Dr.Leonel Duarte da Clínica de Acupunctura, este contactou-nos e marcou uma reunião connosco. Foi então que no dia 3 (segunda-feira á tarde) nos deslocamos até á sua clínica onde tivemos a reunião. O Dr. Leonel mostrou-se bastante interessado no nosso projecto, nomeadamente na nossa actividade, e concordou desde logo em colaborar connosco. Assim sendo, estabelecemos logo alguns pormenores, como a data, o material necessário, a hora, entre outros aspectos. Esta colaboração foi muito boa para o grupo, não só porque nos permitiu dar um grande avanço na realização do nosso projecto mas também porque permitiu elevar de certa forma as expectativas do grupo assim como a nossa auto-estima.
Bom falando agora da aula propriamente dita, posso dizer que esta foi uma aula um pouco conturbada. Isto porque inconscientemente (ou não) alguns elementos do grupo, e eu fui uma delas, decidiram passar a noite de quinta-feira em festa em plena diversão sem pensar nas horas de sono que estávamos a desperdiçar, ou seja chegamos á aula completamente despedaçados, cheios de sono e muito cansados. =/
Para o primeiro bloco desta aula estava prevista a palestra das meninas do Projecto CASA. Apesar de ter sido bastante difícil manter-me desperta, tentei sempre estar atenta e não adormecer, pois seria uma falta de respeito tanto para o grupo como para os oradores da palestra. Confesso que foi uma palestra mesmo muito interessante, bem organizada e aquele cão, meu deus, que encanto. Foi pena não estar muita gente presente pois realmente era uma palestra bastante chamativa e de certeza do agrado de todos, pois afinal de contas, quem não gosta de cães?? =) Ainda assim estão de parabéns as quatro meninas deste projecto pois foi uma palestra muito bem sucedida.
Quanto ao segundo bloco da aula, um pouco mais despertos depois de um bom "pequeno-almoço" oferecido pelas meninas do Projecto CASA, o grupo retomou o seu trabalho para tratar de assuntos relativos á actividade da acupunctura. Enviamos um e-mail para o IMT a cancelar o pedido de colaboração uma vez que esta instituição nunca mais nos disse nada e visto que temos agora colaborador, o Dr. Leonel.
Tendo em conta os horários disponíveis do Dr. Leonel, a data escolhida para a actividade foi dia 19/05, ás 15h. Visto que o auditório estava reservado para quase todos os dias, o grupo não teve outra opção senão arranjar outro sitio para realizar a actividade. Foi então que decidimos que a sessão teórico-prática se irá realizar no laboratório de Biologia (pavilhão B).
De seguida elaboramos os convites e os diplomas assim como demos uns últimos retoques ao cartaz da actividade e conversamos com alguns professores (professora Fátima Oliveira e o professor Eduardo) sobre a possibilidade de participarem com os seus alunos na nossa actividade. Entretanto a professora Fátima recomendou-nos que fizéssemos umas autorizações para que os encarregados de educação tomassem conhecimento desta actividade e permitissem que os seus educandos participassem na mesma, visto que na parte pratica vão ser inseridas agulhas no corpo, e convém que os pais estejam esclarecidos que não há perigo e não nos provoque nenhum problema posterior.
Parece que finalmente esta actividade está a ganhar pés e cabeça e tudo indica que está a ir no bom caminho. =D
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Marta
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Antes de falar da aula propriamente dita, há que dizer algo muito importante! O Dr. Leonel Duarte contactou-nos, e deslocámo-nos à sua clínica no dia 3 de Maio, à tarde. Ficámos muito contentes, uma vez que ele tinha reconhecido o nosso trabalho, e mostrou-se apto a colaborar connosco =D
Isto deixou-nos muito contentes, dado que temos andado stressados por não arranjar uma instituição colaboradora, e sabemos agora que esse não será o problema. Quanto ao IMT (Instituto de Medicinas Tradicionais), já enviámos um email a cancelar o pedido de colaboração, uma vez que ainda não recebemos qualquer tipo de contacto, e temos, neste momento, quem nos ajude (e pertinho!).
A aula do dia 7 não foi muito pacífica. Ou até foi. Custa-me dizer isto, mas tenho de admitir que eu não estava em muito boas condições :( Culpa minha, eu sei: optei por desfrutar de momentos de diversão com colegas, durante a noite, e as horas de sono foram quase nulas. Isso traduziu-se num cansaço enorme, nomeadamente aquando da palestra das meninas do Projecto CASA (1.º bloco). Contudo, tentei manter-me desperto, e confesso ter gostado de assistir à maravilha que são aqueles cães de assistência! São tão obedientes que apetece pegar e levar para casa xD
Os cães são, sem dúvida alguma, um grande amigo do Homem! Naqueles casos, demonstram realmente uma capacidade enorme de entrega e dedicação, muito reconhecidas pelos seus donos.
No segundo bloco de aula, já depois de outro café, fiquei mais "acordado". Foi tempo de acertar alguns pormenores relativos à actividade de Acupunctura, já delineada, uma vez garantido o apoio da Clínica de Acupuncutura Dr. Leonel Duarte, sediada no Castêlo da Maia. A data escolhida foi, também tendo em conta os horários disponíveis do Dr. Leonel, o dia 19 de Maio, às 15h. Estando o auditório ocupado com o Projecto COMENIUS, a sessão teórico-prática decorrerá no Laboratório de Biologia (pavilhão B). Acertámos uns pormenores no cartaz, fizemos convites e diplomas, e conversámos com "professores-alvo" que poderiam levar as suas turmas à nossa actividade (Prof. Fátima Oliveira e Prof. Eduardo). Foi-nos recomendado que fizéssemos umas autorizações que permitissem aos encarregados de educação assumir a responsabilidade no caso de os educandos pretenderem ser voluntários na sessão prática, dado que é uma tarefa que envolve a inserção de agulhas no corpo (e, não sendo perigoso, convém que saibam, para depois não termos problemas!). Autorizações feitas!
Tudo começa a compor-se, mas também se aproxima a apresentação oral de AP, o teste intermédio de Matemática, e o relatório final de AP! O tempo aperta, mas é a recta final, e temos de dar o tudo por tudo para que o produto final corra "às mil maravilhas" ;)
Sendo assim, até 6ª, esperemos que com boas notícias!
Tiago Bandeira
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Tiago
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O tempo acaba o mês, a semana, a hora e a aula,
A força, a decisão, a luta, a alegria;
O tempo acaba a felicidade e a ALTERNATIVA,
O tempo o mesmo tempo de si chora,
Por novas alternativas não puderem surgir!
Desta vez, vou realizar algo mais banal. Tudo o que irei escrever daqui para a frente será normal, ou seja, vou fazer um relato resumido do que acontecer na passada sexta.
Tudo começou com a realização de vários telefonemas: IMT, Dr.Leonel Duarte... O IMT atendeu logo na primeira chamada; disseram-nos que deviamos voltar a contacta-los na segunda seguinte, uma vez que aguardavam pela resposta de uma "sede", localizada em Lisboa. Relativamente ao Dr.Leonel, este nunca nos atender. Ligámos, ligámos e voltamós a ligar, mas nada... Ou seja, estavamos de mãos atadas.
Não sei o porquê de tudo nos correr mal este período, na realidade, nós estamos a fazer o mesmo que aconteceu no 1º e 2º períodos e, só desta vez, é que tudo decidiu ficar às avessas. Não sei qual é o motivo, mas o que é, esta a fazer com que nós fiquemos bastante desanimados. Sua Santidade não deve querer que nós tinhamos um óptimo produto final, de certeza.
Entretanto, fomos conversar com uns colegas nossos responsáveis pelo clube de saúde e, com a colaboração deles, encontramos uma ideia que saciava os nossos desejos e também os deles. Iremos fazer um rastreio (tal como já aconteceu antes) de diabetes numa manhã, na nossa escola. Esperamos poder contribuir para um melhoramento das condições de vida com este rastreio porque muitos são aqueles que têm problemas de saúde e não têm forma de aceder a informação acerca do seu problema. Assim, para todos os que quiserem realizar o teste da diabetes, é só esperarem pela afixação de cartazes e, provavelmente, leitura de avisos pelas salas de aula.
Após combinada essa informação, fomos ligar a uma prima de uma colega nossa que nos respondeu rapidamente. Ela disse que nos poderia ajudar, mas que achava melhor vermos primeiro em que consistia, na realidade, o seu trabalho. Contudo, quando a senhora nos disse que não era especialista em acupunctura, mas sim em auriculoterapia, ficamos um pouco desanimados, tal como nos encontravamos antes. Decidimos não nos encontrarmos com ela e procurar alternativas mais viáveis.
De seguida, e por último, dirigimo-nos para a sala de aula onde, juntamente com muita brincadeira, realizamos os cartazes, diplomas e convites para o nosso grande produto final.
Para finalizar, temos um nome para a actividade em mente: " A acupunctura chama por si!" ...
Retirem as vossas conclusões, porque nós retiraremos as nossas (;
Sem mais assunto,
Volto a dar notícias na próxima semana.
Até lá,
Cátia
A força, a decisão, a luta, a alegria;
O tempo acaba a felicidade e a ALTERNATIVA,
O tempo o mesmo tempo de si chora,
Por novas alternativas não puderem surgir!
Desta vez, vou realizar algo mais banal. Tudo o que irei escrever daqui para a frente será normal, ou seja, vou fazer um relato resumido do que acontecer na passada sexta.
Tudo começou com a realização de vários telefonemas: IMT, Dr.Leonel Duarte... O IMT atendeu logo na primeira chamada; disseram-nos que deviamos voltar a contacta-los na segunda seguinte, uma vez que aguardavam pela resposta de uma "sede", localizada em Lisboa. Relativamente ao Dr.Leonel, este nunca nos atender. Ligámos, ligámos e voltamós a ligar, mas nada... Ou seja, estavamos de mãos atadas.
Não sei o porquê de tudo nos correr mal este período, na realidade, nós estamos a fazer o mesmo que aconteceu no 1º e 2º períodos e, só desta vez, é que tudo decidiu ficar às avessas. Não sei qual é o motivo, mas o que é, esta a fazer com que nós fiquemos bastante desanimados. Sua Santidade não deve querer que nós tinhamos um óptimo produto final, de certeza.
Entretanto, fomos conversar com uns colegas nossos responsáveis pelo clube de saúde e, com a colaboração deles, encontramos uma ideia que saciava os nossos desejos e também os deles. Iremos fazer um rastreio (tal como já aconteceu antes) de diabetes numa manhã, na nossa escola. Esperamos poder contribuir para um melhoramento das condições de vida com este rastreio porque muitos são aqueles que têm problemas de saúde e não têm forma de aceder a informação acerca do seu problema. Assim, para todos os que quiserem realizar o teste da diabetes, é só esperarem pela afixação de cartazes e, provavelmente, leitura de avisos pelas salas de aula.
Após combinada essa informação, fomos ligar a uma prima de uma colega nossa que nos respondeu rapidamente. Ela disse que nos poderia ajudar, mas que achava melhor vermos primeiro em que consistia, na realidade, o seu trabalho. Contudo, quando a senhora nos disse que não era especialista em acupunctura, mas sim em auriculoterapia, ficamos um pouco desanimados, tal como nos encontravamos antes. Decidimos não nos encontrarmos com ela e procurar alternativas mais viáveis.
De seguida, e por último, dirigimo-nos para a sala de aula onde, juntamente com muita brincadeira, realizamos os cartazes, diplomas e convites para o nosso grande produto final.
Para finalizar, temos um nome para a actividade em mente: " A acupunctura chama por si!" ...
Retirem as vossas conclusões, porque nós retiraremos as nossas (;
Sem mais assunto,
Volto a dar notícias na próxima semana.
Até lá,
Cátia
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Cátia
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Olá a todos!
Esta foi uma das aulas mais complicadas do grupo, senão a mais difícil, pois só nos apetecia chorar face ao que nos estava a acontecer.
O grupo iniciou a aula com a habitual ordem de trabalhos em que tínhamos que fazer telefonemas, cartazes, convites, …, e eis que a meio, o grupo, olha em sua volta e vê a ALEGRIA na cara de todos os elementos dos outros grupos pois ou já tinham terminado os seus projectos finais ou estavam a terminar. Foi, realmente, um momento muito constrangedor em que todos nós só tínhamos vontade de desaparecer daquele ambiente.
No meio desta tristeza toda, o grupo lá começou a meter mãos à obra e decidiu telefonar ao IMT. Dirigimo-nos ao pbx e fizemos o telefonema. A senhora que atendeu era a mesma da semana passada o que tornou a conversa mais fácil, e disse-nos que o e-mail já estava em Lisboa e estavam à espera de uma resposta de Lisboa, o que pode demorar muito tempo a chegar cá a resposta. Depois desta notícia o grupo ficou ainda pior. Tentámos então ligar para a Clínica de Acupunctura do Castêlo da Maia, aquela que fica perto da escola e que nos deslocamos lá a semana passada mas outras vez sem sucesso. O Dr. Leonel não atendeu ficando o grupo cada vez pior.
Dirigimo-nos então para a sala, e começamos a fazer o cartaz. Quanto alguns elementos faziam o cartaz, outros começaram a pensar em nomes para a nossa actividade. Mas tudo isto sem sucesso. Demoramos muito tempo com o cartaz pois nunca gostávamos de nada, e com os nomes para a actividade era igual, além de não sair nada que gostássemos também não era nada com criatividade. O grupo anda mesmo numa maré de azar!
Foi, então, que o grupo começou a pensar no plano B (já não sei se é B, C, D ou Z). Existe uma senhora que é prima de uma amiga de dois elementos do grupo, que poderia-nos ajudar mas não se sentia muito confortável para falar em público. Mas mesmo assim decidimos tentar. O grupo, dirigiu-se novamente ao pbx e telefonou-lhe. Ela disponibilizou-se para nos ajudar e para marcar uma reunião para conversarmos melhor sobre os nossos objectivos e no que ela nos poderia ajudar. Mas existe sempre um mas. Esta senhora não pratica Acupunctura, mas sim Auriculoterapia, que tem princípios idênticos, mas com principal importância nas orelhas. Esta ideia não agradou muito que preferiu voltar contactar o Dr. Leonel ou esperar pela resposta do IMT.
Numa das nossas idas ao pbx, o grupo contactou com o grupo de AP responsável pelo Clube de Saúde, e desafiou-os para uma colaboração para a realização de uma actividade: Rastreio à Diabetes. Os dois grupos gostaram da ideia e vamos tentar arranjar colaboração e realizar mais uma actividade, o que ainda não é nada certo mas que vamos falar com os professores responsáveis para esta actividade ser viável.
Assim, terminou a aula e o grupo estava triste e bastante desanimado com os desenvolvimentos desta actividade mas não deixa de soltar um sorrir pois a nossa força está aí.
Para a semana aqui estamos nós com mais noticias que esperamos que sejam boas!
Esta foi uma das aulas mais complicadas do grupo, senão a mais difícil, pois só nos apetecia chorar face ao que nos estava a acontecer.
O grupo iniciou a aula com a habitual ordem de trabalhos em que tínhamos que fazer telefonemas, cartazes, convites, …, e eis que a meio, o grupo, olha em sua volta e vê a ALEGRIA na cara de todos os elementos dos outros grupos pois ou já tinham terminado os seus projectos finais ou estavam a terminar. Foi, realmente, um momento muito constrangedor em que todos nós só tínhamos vontade de desaparecer daquele ambiente.
No meio desta tristeza toda, o grupo lá começou a meter mãos à obra e decidiu telefonar ao IMT. Dirigimo-nos ao pbx e fizemos o telefonema. A senhora que atendeu era a mesma da semana passada o que tornou a conversa mais fácil, e disse-nos que o e-mail já estava em Lisboa e estavam à espera de uma resposta de Lisboa, o que pode demorar muito tempo a chegar cá a resposta. Depois desta notícia o grupo ficou ainda pior. Tentámos então ligar para a Clínica de Acupunctura do Castêlo da Maia, aquela que fica perto da escola e que nos deslocamos lá a semana passada mas outras vez sem sucesso. O Dr. Leonel não atendeu ficando o grupo cada vez pior.
Dirigimo-nos então para a sala, e começamos a fazer o cartaz. Quanto alguns elementos faziam o cartaz, outros começaram a pensar em nomes para a nossa actividade. Mas tudo isto sem sucesso. Demoramos muito tempo com o cartaz pois nunca gostávamos de nada, e com os nomes para a actividade era igual, além de não sair nada que gostássemos também não era nada com criatividade. O grupo anda mesmo numa maré de azar!
Foi, então, que o grupo começou a pensar no plano B (já não sei se é B, C, D ou Z). Existe uma senhora que é prima de uma amiga de dois elementos do grupo, que poderia-nos ajudar mas não se sentia muito confortável para falar em público. Mas mesmo assim decidimos tentar. O grupo, dirigiu-se novamente ao pbx e telefonou-lhe. Ela disponibilizou-se para nos ajudar e para marcar uma reunião para conversarmos melhor sobre os nossos objectivos e no que ela nos poderia ajudar. Mas existe sempre um mas. Esta senhora não pratica Acupunctura, mas sim Auriculoterapia, que tem princípios idênticos, mas com principal importância nas orelhas. Esta ideia não agradou muito que preferiu voltar contactar o Dr. Leonel ou esperar pela resposta do IMT.
Numa das nossas idas ao pbx, o grupo contactou com o grupo de AP responsável pelo Clube de Saúde, e desafiou-os para uma colaboração para a realização de uma actividade: Rastreio à Diabetes. Os dois grupos gostaram da ideia e vamos tentar arranjar colaboração e realizar mais uma actividade, o que ainda não é nada certo mas que vamos falar com os professores responsáveis para esta actividade ser viável.
Assim, terminou a aula e o grupo estava triste e bastante desanimado com os desenvolvimentos desta actividade mas não deixa de soltar um sorrir pois a nossa força está aí.
Para a semana aqui estamos nós com mais noticias que esperamos que sejam boas!
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Ana Peixoto
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Olá a todos mais uma vez...
A aula de AP começou como sempre com a ordem de trabalhos e percebemos que tínhamos muita coisa para fazer, mas sem uma instituição que nos apoiasse no produto final nada feito.
Começamos logo por ligar ao IMT porque há já algum tempo que tínhamos contactado a instituição e ainda não nos tinham respondido via e-mail. O Tiago voltou a ligar para a instituição e quem atendeu foi a mesma pessoa da última vez o que facilitou o entendimento entre ambas as partes. Perguntamos então se já tinham alguma resposta para nos dar mas... mais uma vez nada feito porque o e-mail tinha sido enviado para Lisboa e ainda estavam à espera da resposta desse departamento.
Como não havia nenhuma instituição que nos apoiasse haveria de existir uma maneira de fazermos este produto final só tínhamos de procurar uma ajuda. Tivemos então de pensar noutras alternativas. Tal como já tínhamos visto na aula passada havia uma Clínica de Acupunctura no Castêlo da Maia, perto da escola. Na semana passada, deslocámo-nos à clínica mas esta estava fechada. Esta semana voltámos a contactar a clínica mas mais uma vez ninguém respondeu. As nossas opções estavam a esgotar-se e nós a ficarmos sem paciência, isto porque todos os grupos da nossa AP já têm os seus produtos finais acabados, ou então estão em fase de acabamento, e nós somos os únicos que nos estamos a atrasar.
Tirando todo este stress pelo que o grupo estava a passar, tínhamos de nos focar mais uma vez no nosso produto final e em mais alternativas ao IMT e à Clínica de Acupunctura do Castêlo pelo que algumas minutos na sala foram o suficiente para arranjarmos novos "planos B". Uma prima de uma amiga da Marta e da Cátia faz acupunctura e pensamos em contactá-la. Dirigimo-nos ao PBX para ligarmos à senhora e logo nos atendeu o telefonema. Ficamos a perceber que ela fazia auricoloterapia, uma área da Acupunctura; no entanto, mostrou-se disponível para marcarmos uma reunião com o nosso grupo para ficarmos com uma ideia mais precisa do seu trabalho. No entanto, esta senhora não se sentia muito à vontade para falar em público e por isso a palestra tinha de ser posta de lado.
Quando íamos a sair do PBX fomos falar com o grupo "Clube de Saúde" da AP "Actividade Física, Saúde e Lazer" dirigida pelo Prof. Eduardo de Educação Física. Isto porque nos lembramos de fazer um rastreio da Diabetes tal como já tinha sido feito em anos anteriores, e estava relacionado com o tema dos dois grupos. No entanto, como não tínhamos pensado em nada de concreto esta ideia ficou "no ar" para ser programada num outro momento.
De seguida, dirigimo-nos à sala de aula e sem saber bem o que fazer fomos pensando nos cartazes da actividade "Semana da Acupunctura", e nos respectivos convites a fazer aos grupos de AP e à direcção daescola e Associação de Pais.
A aula chegava ao fim mas no meio de tantos problemas o grupo continuava a sorrir como sempre, pois o nosso lema é saber ultrapassar as dificuldades que nos surgem apesar do seu elevado grau de dificuldade.
A união faz a força e nós vamos conseguir!!!
Espero para a semana ter mais novidades sobre o nosso produto final...
Até próxima...
Lúcia Neves
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Como diz o provérbio, "em Abril, águas mil!". Para o nosso grupo, e mesmo no fim do mês, há sérias razões para a existência da água (lágrimas!). O início desta aula foi um pouco perturbador. Começámos com a habitual ordem de trabalhos, mas íamos reparando nos outros grupos, e ficávamos realmente tristes: uns a preparar o produto final, outros com ele terminado e a fazer um balanço, e outros com tudo encaminhado. E nós? Com tudo planeado, mas sem o principal pilar do produto: a instituição!!
A motivação do grupo estava muito lá por baixo, e foi então que decidimos telefonar (mais uma vez...) ao IMT, instituição sobre a qual esperamos uma resposta desde há algumas semanas. Dirigimo-nos ao PBX, e fizemos a chamada. Fui eu que falei, e por coincidência falei com a mesma pessoa que atendeu na semana passada, daí haver uma maior facilidade na comunicação, dado que o outro lado já sabia do que se tratava. Novamente, a resposta foi "neutra": teríamos de esperar que órgãos superiores aprovassem, e só depois poderíamos saber de algo. Ficámos destroçados. O tempo a apertar, e nós sem resposta...
Tentámos contactar a Clínica de Acupunctura do Castêlo da Maia, à qual nos deslocámos na semana passada, sem sucesso, pois estava fechada. Várias foram as chamadas que fizemos ao Dr. Leonel Duarte, mas não atendeu... Mais um assunto pendente para o grupo.
Era tempo agora de irmos até à sala, e pensar noutros assuntos (relacionados, obviamente, com a "Semana da Acupunctura"). Foi então que começámos a fazer o cartaz, convites e diplomas, adiantando já trabalho, mesmo sem saber qual a instituição que nos irá apoiar. Para o cartaz, é essencial o nome da actividade, que, embora não ficasse definitivamente escolhido, está muito próximo da aceitação global: "A Acupunctura chama por si!".
Surgiram, depois, outras ideias, "planos B". Havia uma senhora, prima de uma amiga da Cátia e da Marta, que, à partida, nos poderia ajudar no projecto, embora soubéssemos que não se encontrava muito à vontade para dirigir uma palestra. Contudo, o grupo contactou-a, e ela disponibilizou-se para realizar uma reunião e conversar sobre a actividade. No entanto, ficámos a saber que a senhora pratica, não Acupunctura, mas Auriculoterapia, que se rege por alguns princípios idênticos, mas com especial enfoque para as orelhas. Um pouco reticente com a ideia, o grupo preferiu voltar a contactar o Dr. Leonel Duarte, não obtendo resposta. Porém, fomos fortes e preferimos não marcar a reunião com a senhora, esperançando obter uma resposta entretanto, quer por parte do IMT, que por parte da Clínica do Castêlo.
Algo que nos trouxe alguma felicidade (e eventualmente mais trabalho! :p) foi o contacto com o grupo de AP responsável pelo Clube de Saúde, e a possível colaboração entre os dois para a realização de uma actividade: Rastreio à Diabetes. Ainda sem certezas, os grupos gostaram da ideia, e uma vez que algo do género já foi realizado na escola noutros anos, será, à partida, viável, sendo apenas necessário estabelecer alguns contactos com instituições de saúde que nos garantam o apoio no projecto. Quanto a datas e publicidade, nada foi feito, já que a ideia surgiu muito espontaneamente, e é preciso ainda falar com professores e outras entidades antes de avançar em pleno com a actividade.
Parece que, no meio de tanta coisa, a aula chegava ao fim. E o grupo "Viva, há alternativa!" continuava triste, pois não tinha conseguido avançar no principal para o produto final. Todavia, foi ainda possível SORRIR, porque somos fortes e continuamos com a esperança de, muito em breve, receber boas notícias relativamente ao projecto!
Tiago Bandeira
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Tiago
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Olá a todos. . .
A última aula, foi uma aula bastante difícil e para mim foi das piores aulas até agora.
O grupo já estava desanimado e bastantes desmotivado, pois não tínhamos ainda nenhuma escola ou instituição que colabora-se connosco o que nos estava a provocar muitos problemas relativamente ao avanço do projecto.
Assim que entramos na sala de aula, olhamos á nossa volta e víamos em todos os grupos FELICIDADE. Uns porque já tinham terminado o seu projecto com êxito e outros sorriam pois os seus projectos estavam finalmente a concretizar-se e a chegar ao fim. E nós? Nós nada, não tínhamos absolutamente nada o que nos estava a fazer parecer como que uns velhinhos deprimidos, sem saber o que fazer, para onde nos virar e a tentar arranjar soluções.
O IMT ainda não nos tinha dado nenhuma resposta, como tal era necessário voltar a ligar para lá para saber como estavam as coisas. O grupo deslocou-se todo até ao PBX para ligarmos. Desta vez obtivemos uma resposta, por parte do IMT, mais positiva que a última. Disseram-nos que o nosso e-mail já tinha sido reencaminhado para Lisboa e que lá estavam a tratar do nosso caso, mas que o melhor seria voltar a ligar na segunda-feira para sabermos novidades quanto á nossa situação.
Bom, parados não podíamos ficar. Se o IMT não nos dava nenhuma resposta concreta e definitiva, há que tentar outras instituições. E foi o que fizemos, decidimos ligar para a clínica de acupunctura do Castêlo da Maia aquela que visitamos na última aula mas que estava fechada). Ligamos uma vez e nada. Voltamos a ligar e mais uma vez ninguém atendia. Desistimos, definitivamente o grupo estava num dia de muito azar.
Regressamos á sala, onde tentamos esquecer um pouco o facto de não termos colaboração por parte de ninguém e ironizando a nossa situação demos algumas risadas para animar. Começamos a elaborar o cartaz para a actividade, mas sem nome não é possível ter cartaz. Então enquanto uns tratavam da estética do cartaz outros repensavam em nomes para atribuir á actividade. Surgiram novos nomes, mas nenhum nos marcou o suficiente para ser aceite, assim o nome ficou em standby. Acabamos o cartaz (falta apenas pôr o nome da actividade) e começamos a fazer os diplomas e os convites.
Terminadas estas tarefas, decidimos recorrer ao nosso plano B. Este plano consistia em pedir colaboração a uma senhora (que era prima de uma amiga minha e da cátia) que por sinal fazia acupunctura e que tinha uma clínica onde trabalhava por conta própria. Só que havia um pequeno problema que o grupo não estava a conseguir solucionar, que era o facto de a senhora não se sentir á vontade para dar uma palestra. Ainda assim, mesmo sem ter solução para este problema, decidimos ligar. Ligamos, e logo a senhora disse-nos que já tinha sido informada do nosso projecto e da nossa ideia mas mesmo assim explicitamos melhor aquilo que pretendíamos. Ela mostrou-se interessada e propôs uma reunião para falarmos melhor e para ela nos mostrar o seu trabalho, visto que ela não fazia mesmo acupunctura mas sim auricolo terapia. O grupo ficou de dar uma resposta quanto á reunião para pensarmos se estávamos realmente interessados. Não nos pareceu muito viável este nosso plano B, assim voltamos a tentar ligar para a Clínica de Acupunctura e mais uma vez não obtivemos resposta.
Numa das deslocações até PBX encontramos o grupo "Clube de Saúde" da área de projecto actividade física, saúde e lazer com quem tivemos uma conversa. O nosso grupo propôs que o dois grupos se juntassem para organizar um rastreio visto que se trata de algo que se relaciona com aquilo que os dois grupos tratam. Eles mostraram-se desde logo interessados tendo concordado com esta "parceria". Temos agora de combinar melhor as coisas.
Quanto a nós "Viva, há alternativa!", já na sala á espera do toque e com a auto-estima em baixo, terminamos da melhor maneira. SORRINDO...sim porque mesmo com estes problemas todos, conseguimos sempre arranjar maneira de ver a situação de uma forma melhor. =D
A última aula, foi uma aula bastante difícil e para mim foi das piores aulas até agora.
O grupo já estava desanimado e bastantes desmotivado, pois não tínhamos ainda nenhuma escola ou instituição que colabora-se connosco o que nos estava a provocar muitos problemas relativamente ao avanço do projecto.
Assim que entramos na sala de aula, olhamos á nossa volta e víamos em todos os grupos FELICIDADE. Uns porque já tinham terminado o seu projecto com êxito e outros sorriam pois os seus projectos estavam finalmente a concretizar-se e a chegar ao fim. E nós? Nós nada, não tínhamos absolutamente nada o que nos estava a fazer parecer como que uns velhinhos deprimidos, sem saber o que fazer, para onde nos virar e a tentar arranjar soluções.
O IMT ainda não nos tinha dado nenhuma resposta, como tal era necessário voltar a ligar para lá para saber como estavam as coisas. O grupo deslocou-se todo até ao PBX para ligarmos. Desta vez obtivemos uma resposta, por parte do IMT, mais positiva que a última. Disseram-nos que o nosso e-mail já tinha sido reencaminhado para Lisboa e que lá estavam a tratar do nosso caso, mas que o melhor seria voltar a ligar na segunda-feira para sabermos novidades quanto á nossa situação.
Bom, parados não podíamos ficar. Se o IMT não nos dava nenhuma resposta concreta e definitiva, há que tentar outras instituições. E foi o que fizemos, decidimos ligar para a clínica de acupunctura do Castêlo da Maia aquela que visitamos na última aula mas que estava fechada). Ligamos uma vez e nada. Voltamos a ligar e mais uma vez ninguém atendia. Desistimos, definitivamente o grupo estava num dia de muito azar.
Regressamos á sala, onde tentamos esquecer um pouco o facto de não termos colaboração por parte de ninguém e ironizando a nossa situação demos algumas risadas para animar. Começamos a elaborar o cartaz para a actividade, mas sem nome não é possível ter cartaz. Então enquanto uns tratavam da estética do cartaz outros repensavam em nomes para atribuir á actividade. Surgiram novos nomes, mas nenhum nos marcou o suficiente para ser aceite, assim o nome ficou em standby. Acabamos o cartaz (falta apenas pôr o nome da actividade) e começamos a fazer os diplomas e os convites.
Terminadas estas tarefas, decidimos recorrer ao nosso plano B. Este plano consistia em pedir colaboração a uma senhora (que era prima de uma amiga minha e da cátia) que por sinal fazia acupunctura e que tinha uma clínica onde trabalhava por conta própria. Só que havia um pequeno problema que o grupo não estava a conseguir solucionar, que era o facto de a senhora não se sentir á vontade para dar uma palestra. Ainda assim, mesmo sem ter solução para este problema, decidimos ligar. Ligamos, e logo a senhora disse-nos que já tinha sido informada do nosso projecto e da nossa ideia mas mesmo assim explicitamos melhor aquilo que pretendíamos. Ela mostrou-se interessada e propôs uma reunião para falarmos melhor e para ela nos mostrar o seu trabalho, visto que ela não fazia mesmo acupunctura mas sim auricolo terapia. O grupo ficou de dar uma resposta quanto á reunião para pensarmos se estávamos realmente interessados. Não nos pareceu muito viável este nosso plano B, assim voltamos a tentar ligar para a Clínica de Acupunctura e mais uma vez não obtivemos resposta.
Numa das deslocações até PBX encontramos o grupo "Clube de Saúde" da área de projecto actividade física, saúde e lazer com quem tivemos uma conversa. O nosso grupo propôs que o dois grupos se juntassem para organizar um rastreio visto que se trata de algo que se relaciona com aquilo que os dois grupos tratam. Eles mostraram-se desde logo interessados tendo concordado com esta "parceria". Temos agora de combinar melhor as coisas.
Quanto a nós "Viva, há alternativa!", já na sala á espera do toque e com a auto-estima em baixo, terminamos da melhor maneira. SORRINDO...sim porque mesmo com estes problemas todos, conseguimos sempre arranjar maneira de ver a situação de uma forma melhor. =D
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Marta
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Viva, há alternativa!
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Ali termina tudo
e não termina:
ali começa tudo
se despedem as alternativas na sala,
a acupunctura chega com o calor,
não há apoios nem instituições
e a única ajuda
foi construída pelo grupo.
Este período sinto-me bastante inspirada quando se trata de escrever aqui. E porquê? - perguntam vocês. A realidade é que gosto muito de expor, praticamente toda a minha manhã, aqui, neste diário virtual. Sim, é verdade! Estes posts todos juntos não são mais do que simples páginas de um extenso diário.
Desta vez necessito de fazer algo diferente, escrever de um modo completamente novo. Crónica? Entrevista? Slogan? Não, nada disso. Hoje vou-me dedicar a um aspecto totalmente novo: uma carta!
S.Romão do Coronado, 29 de Abril de 2010
Caro leitor,
Agradeço desde já esta oportunidade de poder contar-lhe tudo o que ocorreu na passada sexta-feira. Como pode comprovar, já se passaram 6 dias desde 23 de Abril e não sei se me recordo de tudo, porém aqui me comprometo a descrever tudo o que aconteceu.
Primeiramente, começamos por ficar num impasse acerca do que iríamos fazer para avançarmos relativamente à realização do nosso produto final e, logo nesse instante, tudo se complicou. Na verdade, estamos um pouco receosos relativamente a esse assunto, uma vez que tudo nos parece correr mal.
Em segundo lugar, alguns elementos do grupo dirigiram-se ao pbx para efectuar uma chamada para a instituição onde nos tínhamos dirigido na semana anterior. Tal não foi o nosso espanto quando percebemos que era uma complicação para conseguirmos algum apoio gratuito da parte do IMT. Enquanto isso, eu e outra colega minha ficamos na sala de aula a inventar nomes para a última e grande actividade que realizaremos. Os nomes vão desde "Acupunctura no seu melhor" até "Acupunctura dá pica!" - Muitos nomes, mas nada de jeito.
Já no segundo bloco de aula, nós, os elementos do grupo "Viva, há alternativa", dirigimo-nos a uma clínica de acupunctura onde esperávamos obter uma grande ajuda, no entanto, ninguém se encontrava no espaço supra referido.
Após um pequeno percurso acompanhado por longas brincadeiras. juntamo-nos na sala e tentamos encontrar alternativas para o produto final. Em muito se pensou, mas nada se concluiu.
E chegou, entretanto, o final da aula. Tanto eu como os outros elementos do grupo, ficamos bastantes desiludidos porque não conseguimos avançar com o projecto.
Espero que a próxima sexta corra muito melhor do que esta que descrevi anteriormente porque o grupo necessita de ânimo e precisa de muito trabalho.
Um grande beijinho acompanhado de um forte abraço da
e não termina:
ali começa tudo
se despedem as alternativas na sala,
a acupunctura chega com o calor,
não há apoios nem instituições
e a única ajuda
foi construída pelo grupo.
Este período sinto-me bastante inspirada quando se trata de escrever aqui. E porquê? - perguntam vocês. A realidade é que gosto muito de expor, praticamente toda a minha manhã, aqui, neste diário virtual. Sim, é verdade! Estes posts todos juntos não são mais do que simples páginas de um extenso diário.
Desta vez necessito de fazer algo diferente, escrever de um modo completamente novo. Crónica? Entrevista? Slogan? Não, nada disso. Hoje vou-me dedicar a um aspecto totalmente novo: uma carta!
S.Romão do Coronado, 29 de Abril de 2010
Caro leitor,
Agradeço desde já esta oportunidade de poder contar-lhe tudo o que ocorreu na passada sexta-feira. Como pode comprovar, já se passaram 6 dias desde 23 de Abril e não sei se me recordo de tudo, porém aqui me comprometo a descrever tudo o que aconteceu.
Primeiramente, começamos por ficar num impasse acerca do que iríamos fazer para avançarmos relativamente à realização do nosso produto final e, logo nesse instante, tudo se complicou. Na verdade, estamos um pouco receosos relativamente a esse assunto, uma vez que tudo nos parece correr mal.
Em segundo lugar, alguns elementos do grupo dirigiram-se ao pbx para efectuar uma chamada para a instituição onde nos tínhamos dirigido na semana anterior. Tal não foi o nosso espanto quando percebemos que era uma complicação para conseguirmos algum apoio gratuito da parte do IMT. Enquanto isso, eu e outra colega minha ficamos na sala de aula a inventar nomes para a última e grande actividade que realizaremos. Os nomes vão desde "Acupunctura no seu melhor" até "Acupunctura dá pica!" - Muitos nomes, mas nada de jeito.
Já no segundo bloco de aula, nós, os elementos do grupo "Viva, há alternativa", dirigimo-nos a uma clínica de acupunctura onde esperávamos obter uma grande ajuda, no entanto, ninguém se encontrava no espaço supra referido.
Após um pequeno percurso acompanhado por longas brincadeiras. juntamo-nos na sala e tentamos encontrar alternativas para o produto final. Em muito se pensou, mas nada se concluiu.
E chegou, entretanto, o final da aula. Tanto eu como os outros elementos do grupo, ficamos bastantes desiludidos porque não conseguimos avançar com o projecto.
Espero que a próxima sexta corra muito melhor do que esta que descrevi anteriormente porque o grupo necessita de ânimo e precisa de muito trabalho.
Um grande beijinho acompanhado de um forte abraço da
Cátia
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Cátia
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Olá a todos mais uma vez!
Bem no início da aula começamos por tentar perceber o ponto de situação do nosso grupo quanto ao produto final. Logo percebemos que a resposta do IMT (Instituo de Medicinas Tradicionais) ainda não tinha chegado e já tinha passado quase uma semana desde que os contactamos. Surgiu então a pergunta: O que fazer? A resposta também surgiu rapidamente: Vamos ligar ao IMT!!! Podia ser que assim se apressassem na resposta pois o tempo até ao dia 14 ou 21 (ainda não decidimos a data) escasseia. Enquanto a Ana, a Marta e o Tiago foram contactar o Instituto de Medicinas Tradicionais, eu e a Cátia ficamos a pensar nos possíveis nomes para esta última actividade da Acupunctura. Surgiram muitos nomes diferentes e engraçados, mas aquele que nos fez rir à brava foi «Acupunctura dá pica...». Passado pouco tempo chegaram os nossos três colegas; percebemos pelas expressões faciais que a resposta não tinha sido muito positiva. A pessoa que atendeu o telefone disse que não sabiam de nada ainda pois o e-mail que enviamos tinha de passar por membros de cargos mais elevados e ainda tinha de ser enviada para Lisboa. Só depois de todo este percurso é que teríamos uma resposta.
O que havia a fazer era pensar em novas alternativas para solucionar o problema. A única solução que nos ocorreu foi procurar informações e contactos sobre novas instituições ou escolas que nos pudessem ajudar/patrocinar a actividade. Depois de procurarmos durante algum tempo, anotamos alguns contactos de instituições no centro do Porto e qual não foi o nosso espanto quando encontramos uma "Clínica de Acupunctura" mesmo perto da nossa escola. Pedimos autorização à Prof. Ana Maria e fomos todos entusiasmados em direcção à clínica. Quando lá chegámos demos com o nariz na porta pois um senhor simpático que passava informou-nos que a clínica estava fechada e que só funcionava por marcação. Anotámos mais uma vez o contacto da instituição e o nome da pessoa responsável Dr. Leonel Duarte.
Regressámos à escola muito desanimados com as respostas negativas que já tínhamos tido em tão pouco tempo. O dia estava a correr mesmo muito mal...
Assim terminou a nossa aula mais uma vez... As coisas não têm corrido muito bem mas não é agora que vamos desistir.
A união faz a força!!!
Até para a próxima semana pessoal...
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Lúcia
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Viva, há alternativa!
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Olá a todos!
Esta foi mais uma aula bastante cansativa mas que não sabemos se teremos resultados.
O grupo começou por fazer a habitual ordem de trabalhos, onde consistia ir telefonar à IMT para saber se já tinham alguma resposta para nós; arranjar opções para o caso de a resposta ser negativa e começar a fazer cartazes.
Começamos então por telefonar ao IMT e saber como estava a situação, no qual nos disseram que não sabiam de nada pois a resposta tinha que ser dada por Lisboa mas que assim que soubessem de alguma coisa nos ligavam. Como ficamos um bocado desiludidos com aquilo que nos disseram, decidimos começar a procurar outras alternativas para o caso do IMT não nos poder ajudar. Depois de uma pesquisa na Internet, decidimos ir a uma clínica no Castelo que nos pudessem ajudar. Fomos durante a aula, uma vez que era perto da escola, mas não tivemos muita sorte pois estava fechada. Retiramos assim o número para posteriormente ligarmos e marcamos uma reunião.
Na ordem de trabalhos, também fazia parte a realização de cartas mas o grupo não consegui fazer uma vez que ainda nos falta ter alguém que nos ajuda a realizar a actividade. Em vez dos cartazes, começamos por escolher um nome para a actividade mas não obtivemos nenhum que gostássemos.
A aula chegou ao fim e o grupo ainda com muito trabalho para realizar.
Beijinhos e até à próxima semana!
Esta foi mais uma aula bastante cansativa mas que não sabemos se teremos resultados.
O grupo começou por fazer a habitual ordem de trabalhos, onde consistia ir telefonar à IMT para saber se já tinham alguma resposta para nós; arranjar opções para o caso de a resposta ser negativa e começar a fazer cartazes.
Começamos então por telefonar ao IMT e saber como estava a situação, no qual nos disseram que não sabiam de nada pois a resposta tinha que ser dada por Lisboa mas que assim que soubessem de alguma coisa nos ligavam. Como ficamos um bocado desiludidos com aquilo que nos disseram, decidimos começar a procurar outras alternativas para o caso do IMT não nos poder ajudar. Depois de uma pesquisa na Internet, decidimos ir a uma clínica no Castelo que nos pudessem ajudar. Fomos durante a aula, uma vez que era perto da escola, mas não tivemos muita sorte pois estava fechada. Retiramos assim o número para posteriormente ligarmos e marcamos uma reunião.
Na ordem de trabalhos, também fazia parte a realização de cartas mas o grupo não consegui fazer uma vez que ainda nos falta ter alguém que nos ajuda a realizar a actividade. Em vez dos cartazes, começamos por escolher um nome para a actividade mas não obtivemos nenhum que gostássemos.
A aula chegou ao fim e o grupo ainda com muito trabalho para realizar.
Beijinhos e até à próxima semana!
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Ana Peixoto
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Bom, como já tinha referido na semana passada, o grupo encontrava-se á espera de resposta do IMT, ao e-mail enviado. Não o obtivemos resposta até ao momento, como tal decidimos desde logo ligar á instituição IMT (instituto de medicinas tradicionais) para saber se tinham efectivamente recebido o nosso e-mail, como estava a nossa situação e se já tinham posto em questão a possibilidade de colaborar connosco ou não.
Como já prevíamos qual seria a resposta, ou seja que não tinham ainda analisado a nossa situação e tal, decidimos então primeiramente começar a pensar em alternativas pois o tempo está a escacear e ainda não temos nenhuma instituição que nos apoie, o que nos condiciona o avanço do trabalho.
Mas como sempre não conseguimos chegar a nenhum consenso. Assim eu, o Tiago e a Ana optamos por ir ligar ao IMT enquanto a Lúcia e a Cátia ficavam a formular possíveis nomes para atribuirmos á nossa actividade.
Tal como esperado, a resposta não foi a melhor. Disserem-nos que não sabiam de nada, porque a informação tem que ir para níveis superiores e depois ir para Lisboa, não podendo assim dizer-nos nada sobre a nossa situação.
Voltamos á sala de aula e mal chegamos deparámo-nos com os nomes que a Lúcia e a Cátia estiveram a pensar dos quais se destacou, sem dúvida, como o melhor "A acupunctura dá pica!". Mas o nosso problema não era esse. Tínhamos (e ainda temos) que arranjar rapidamente uma instituição para nos apoiar. Estivemos a discutir um pouco a nossa situação na tentativa de arranjar alguma solução. Começamos a fazer uma pesquisa para encontrar novas escolas, clínicas ou instituições com quem contactar. Entretanto, durante a pesquisa, descobrimos uma clínica de acupunctura mesmo aqui no Castêlo, á beira da escola.
Deslocámo-nos até lá, mas para nosso azar, a clínica estava fechada pois pelos vistos só funciona por marcação. Ficamos apenas com o contacto desta clínica para podermos marcar uma reunião.
Regressamos á escola e na sala, já um pouco desanimados porque o dia estava a correr-nos mesmo mal, continuamos a procurar mais instituições. Ficamos com a localização e o contacto de algumas instituições do Porto, caso não arranjemos apoio nem por parte do IMT nem por parte da Clínica de Acupunctura.
E pronto, assim é a nossa vida, sempre de mãos vazias. Parece que ninguém está disposto a colaborar, mas também não é por isso que vamos desistir. Não há nada melhor que a força de vontade, companheirismo e dedicação para se conseguir ultrapassar todos os problemas.
E "YES, WE CAN!", não é companheiros. . . . =D
Como já prevíamos qual seria a resposta, ou seja que não tinham ainda analisado a nossa situação e tal, decidimos então primeiramente começar a pensar em alternativas pois o tempo está a escacear e ainda não temos nenhuma instituição que nos apoie, o que nos condiciona o avanço do trabalho.
Mas como sempre não conseguimos chegar a nenhum consenso. Assim eu, o Tiago e a Ana optamos por ir ligar ao IMT enquanto a Lúcia e a Cátia ficavam a formular possíveis nomes para atribuirmos á nossa actividade.
Tal como esperado, a resposta não foi a melhor. Disserem-nos que não sabiam de nada, porque a informação tem que ir para níveis superiores e depois ir para Lisboa, não podendo assim dizer-nos nada sobre a nossa situação.
Voltamos á sala de aula e mal chegamos deparámo-nos com os nomes que a Lúcia e a Cátia estiveram a pensar dos quais se destacou, sem dúvida, como o melhor "A acupunctura dá pica!". Mas o nosso problema não era esse. Tínhamos (e ainda temos) que arranjar rapidamente uma instituição para nos apoiar. Estivemos a discutir um pouco a nossa situação na tentativa de arranjar alguma solução. Começamos a fazer uma pesquisa para encontrar novas escolas, clínicas ou instituições com quem contactar. Entretanto, durante a pesquisa, descobrimos uma clínica de acupunctura mesmo aqui no Castêlo, á beira da escola.
Deslocámo-nos até lá, mas para nosso azar, a clínica estava fechada pois pelos vistos só funciona por marcação. Ficamos apenas com o contacto desta clínica para podermos marcar uma reunião.
Regressamos á escola e na sala, já um pouco desanimados porque o dia estava a correr-nos mesmo mal, continuamos a procurar mais instituições. Ficamos com a localização e o contacto de algumas instituições do Porto, caso não arranjemos apoio nem por parte do IMT nem por parte da Clínica de Acupunctura.
E pronto, assim é a nossa vida, sempre de mãos vazias. Parece que ninguém está disposto a colaborar, mas também não é por isso que vamos desistir. Não há nada melhor que a força de vontade, companheirismo e dedicação para se conseguir ultrapassar todos os problemas.
E "YES, WE CAN!", não é companheiros. . . . =D
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Marta
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Viva, há alternativa!
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Olá :)
Esta aula foi um pouco estranha. Pareceu que não fizemos nada, mas na realidade até fizemos alguma coisa. Mas ainda não sabemos se deu em nada, ou se deu (dará) em alguma coisa!
O grupo iniciou a aula como é habitual: com a ordem de trabalhos, na qual constava em primeiro lugar um telefonema ao IMT (Instituto de Medicinas Tradicionais), para saber o ponto de situação do nosso pedido de colaboração enviado via email, tal como nos havia sido pedido. Resultado: "não sabemos de nada, porque a informação tem de ir para níveis superiores, e depois para Lisboa, e não podemos dizer como está a situação". Tendo em conta isto, ficámos um pouco desiludidos (mas não sem esperança!!), e começámos a pesquisar outras escolas e clínicas de Acupunctura. Enquanto isso, a Cátia e a Lúcia foram imaginando possíveis nomes para o evento, sendo o que mais engraçado "A Acupunctura dá pica!", nome com o qual todos nos identificámos.
Na lista ficaram uma clínica no Castêlo da Maia, e uma escola no Porto, as quais contactaremos assim que necessário, de forma a "substituir", se assim se pode dizer, o IMT. Aliás, quanto à primeira, fomos ainda no período da aula ao edifício (relativamente perto da escola), mas a clínica estava fechada, dado que funciona por marcação; reunimos então contactos para tentar marcar uma reunião com a pessoa responsável, Dr. Leonel Duarte.
Na ordem de trabalhos constava também a elaboração de cartazes para a actividade, algo que não fizemos, uma vez que tudo ainda está muito "pendente", e não sabemos ainda de que forma poderemos realizar o evento, embora tenhamos a nossa intenção bem modelada.
O grupo estabeleceu contacto com um outro grupo de outra AP, garantindo a cedência do auditório para a realização de um concurso "Alunos vs Professores", no dia que não será utilizado por nós - isto é, uma vez que havíamos reservado o auditório para duas manhãs, não tendo ainda a certeza da data da nossa actividade, uma delas fica, então, pré-seleccionada para usufruto do outro grupo.
A aula terminou com algumas ideias em mente, assim como esperança numa resposta breve do IMT. Se assim não for, teremos mesmo de "agarrar" quem nos ajude! Vamos ser positivos :p
Tiago Bandeira
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Tiago
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Viva, há alternativa!
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Olá a todos!!!
Dia 16 de Abril de 2010, a primeira aula da AP do 3º período que não foi bem uma aula já que este foi o Dia da BTT e Caminhada.
O grupo "Viva, há alternativa como responsável que é ficou na escola a tratar de assuntos relacionados com o produto final Acupunctura. Depois de discutirmos o assunto percebemos que a data deste produto final estava quase a chegar, e actividade ainda estava a ser pensada, não tínhamos nada de concreto. Por este motivo, fomos falar com a Prof. Ana Maria para vermos os dias que tínhamos disponíveis sem interferir com qualquer grupo de AP. Surgiram-nos então duas alternativas, o dia 14 e o dia 21 de Maio.
Depois de vista a calendarização possível da actividade o grupo dirigiu-se ao IMT ( Instituto de Medicinas Alternativas) para pedir a sua colaboração para o produto final. A viagem foi longa mas lá chegámos ao local depois de estarmos um "bocadinho" perdidos. Mal chegamos ao local, depois de uma breve apresentação, começamos a expor o que pretendíamos mas levamos uma "tampa". Como não estava no local nenhum responsável máximo pela instituição tínhamos de enviar tudo para o e-mail deles e esperar.......
Resta-nos esperar pela resposta, esperemos que seja do nosso agrado!!!
Até para a semana....
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Lúcia
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Eu podia chamar-te acupunctura
Dar-te o mais lindo nome português
Podia dar-te um nome de medicina
Que este projecto é do nosso grupo.
Tal como aconteceu já com outras aulas, esta voltou a ser diferente de tantas outras.
Para começar, a escola realizou o dia da caminhada/btt o que fez com que alguns membros da nossa área do projecto não estivessem presentes. Porém, o nosso grupo decidiu ficar pela escola, uma vez que necessitávamos de melhorar alguns aspectos para um dos nosso produtos finais - acupunctura.
Entretanto, falamos com a professora acerca das datas porque era completamente impossível para nós realizarmos o projecto na data de 23 de Abril, como fora apontado no inicio. Então, ficamos apenas com duas oportunidades para realizar a actividade, e já no mês de maio: os dias 14 e 21 desse mês.
Depois dessa conclusão, o grupo dirigiu-se ao Instituto da Medicinas Tradicionais visto que desejávamos pedir patrocínio para a realização da actividade. No entanto, quando chegamos ao IMT, informaram-nos que precisávamos de enviar um email com tudo o que necessitávamos, bem como, a descrição de toda a actividade visto que não estava presente nenhum responsável para conversar connosco. Mesmo sendo a viagem demasiado divertida, esta não serviu de nada. Resta-nos aguardar por uma resposta positiva e breve, de preferência.
Espero trazer novidades na próxima semana. Até lá, não fiquem com muitas saudades minhas. Prometo voltar rápido.
Cátia.
Dar-te o mais lindo nome português
Podia dar-te um nome de medicina
Que este projecto é do nosso grupo.
Tal como aconteceu já com outras aulas, esta voltou a ser diferente de tantas outras.
Para começar, a escola realizou o dia da caminhada/btt o que fez com que alguns membros da nossa área do projecto não estivessem presentes. Porém, o nosso grupo decidiu ficar pela escola, uma vez que necessitávamos de melhorar alguns aspectos para um dos nosso produtos finais - acupunctura.
Entretanto, falamos com a professora acerca das datas porque era completamente impossível para nós realizarmos o projecto na data de 23 de Abril, como fora apontado no inicio. Então, ficamos apenas com duas oportunidades para realizar a actividade, e já no mês de maio: os dias 14 e 21 desse mês.
Depois dessa conclusão, o grupo dirigiu-se ao Instituto da Medicinas Tradicionais visto que desejávamos pedir patrocínio para a realização da actividade. No entanto, quando chegamos ao IMT, informaram-nos que precisávamos de enviar um email com tudo o que necessitávamos, bem como, a descrição de toda a actividade visto que não estava presente nenhum responsável para conversar connosco. Mesmo sendo a viagem demasiado divertida, esta não serviu de nada. Resta-nos aguardar por uma resposta positiva e breve, de preferência.
Espero trazer novidades na próxima semana. Até lá, não fiquem com muitas saudades minhas. Prometo voltar rápido.
Cátia.
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Pergunto ao dia que passa
notícias da naturopatia
e o dia traz a alegria,
o dia da naturopatia!
Entrevistador (E) - Soube que o grupo participou no "Dia Aberto das Ciências". Podem-nos fazer uma pequena introdução acerca da actividade?
Viva, há alternativa (A) - Sim, é verdade. Este foi o "Dia Aberto das Ciências" e, tal como o ano passado, participamos de forma activa nele. Contrariamente ao que alguma vez fizemos no dia aberto, este ano realizamos mais um dos nossos produtos finais que era relativo à naturopatia!
"Melhore o dia-a-dia com a Naturopatia!" era o nome da actividade. Tal como todas as outras, julgávamos que esta não iria correr muito bem, uma vez que tínhamos preparado tudo muito à pressa e certos aspectos foram mesmo feitos em cima do joelho, como por exemplo, o preçário utilizado para o efeito.
E - Preçário para quê?
A - O que aconteceu foi o seguinte, o "Viva, há alternativa!" decidiu inovar e, desta vez, fizemos uma pequena venda de produtos utilizados na terapia anteriormente referida... E não só! Vendemos também elementos que remetiam para a nossa primeira actividade "Dia da Massagem".
E - O que estava à venda, afinal?
A - Na realidade, vendemos chás embrulhados num pequeno arranjinho que nós próprios fizemos, chávenas coloridas e preenchidas pelos elementos do grupo e toalhas que tiveram um toque de um elemento extra, a mãe da Lúcia (segredo)!
E - Correu bem a actividade?
A - Sim, correu bem melhor do que as expectativas de todos juntos. Achávamos mesmo que ia ser um total fiasco, mas mais uma vez, fomos surpreendidos pela colaboração de todos os elementos participantes da escola; desde professores até auxiliares, incluindo, obviamente os alunos, colaboraram na nossa actividade.
E - Alunos que colaboraram com vocês?! Expliquem-me melhor.
A - Sim, foi muito estranho. No início da manhã, os alunos nem queria saber; passavam e olhavam pela nossa pequena "banca" e apenas engraçavam com a decoração e com o facto de estarmos a vender porcarias que nenhum deles se iria interessar. No entanto, alguns alunos compraram-nos alguns chás e, até mesmo, toalhas e chávenas. Desde já, agradecemos pelo pequeno grande contributo que nos deram para a realização do nosso projecto.
E - Esta actividade serviu para algo em concreto?
A - Obviamente! Primeiro, ajudou-nos com a nota de final do período; segundo, serviu para juntarmos alguma dinheiro (que tanto nos falta) para os produtos finais; terceiro, fez com que o grupo se conseguisse unir ainda mais.
E - A última pergunta e um bocadinho à parte. Pensam que trabalham bem juntos?
A - Em certos momentos, um de nós falha, algum está mal disposto, outro tem vontade de discordar... Mas já no início do ano nós sabíamos que tal ia acontecer porque já nos conhecemos, no mínimo, há um ano. Porém, tal como grupo, ajudamo-nos sempre uns aos outros e tentamos encobrir pequenas falhas que julguemos que são desnecessárias.
E - Muito obrigada!
A - Até à próxima!
Cátia
notícias da naturopatia
e o dia traz a alegria,
o dia da naturopatia!
Entrevistador (E) - Soube que o grupo participou no "Dia Aberto das Ciências". Podem-nos fazer uma pequena introdução acerca da actividade?
Viva, há alternativa (A) - Sim, é verdade. Este foi o "Dia Aberto das Ciências" e, tal como o ano passado, participamos de forma activa nele. Contrariamente ao que alguma vez fizemos no dia aberto, este ano realizamos mais um dos nossos produtos finais que era relativo à naturopatia!
"Melhore o dia-a-dia com a Naturopatia!" era o nome da actividade. Tal como todas as outras, julgávamos que esta não iria correr muito bem, uma vez que tínhamos preparado tudo muito à pressa e certos aspectos foram mesmo feitos em cima do joelho, como por exemplo, o preçário utilizado para o efeito.
E - Preçário para quê?
A - O que aconteceu foi o seguinte, o "Viva, há alternativa!" decidiu inovar e, desta vez, fizemos uma pequena venda de produtos utilizados na terapia anteriormente referida... E não só! Vendemos também elementos que remetiam para a nossa primeira actividade "Dia da Massagem".
E - O que estava à venda, afinal?
A - Na realidade, vendemos chás embrulhados num pequeno arranjinho que nós próprios fizemos, chávenas coloridas e preenchidas pelos elementos do grupo e toalhas que tiveram um toque de um elemento extra, a mãe da Lúcia (segredo)!
E - Correu bem a actividade?
A - Sim, correu bem melhor do que as expectativas de todos juntos. Achávamos mesmo que ia ser um total fiasco, mas mais uma vez, fomos surpreendidos pela colaboração de todos os elementos participantes da escola; desde professores até auxiliares, incluindo, obviamente os alunos, colaboraram na nossa actividade.
E - Alunos que colaboraram com vocês?! Expliquem-me melhor.
A - Sim, foi muito estranho. No início da manhã, os alunos nem queria saber; passavam e olhavam pela nossa pequena "banca" e apenas engraçavam com a decoração e com o facto de estarmos a vender porcarias que nenhum deles se iria interessar. No entanto, alguns alunos compraram-nos alguns chás e, até mesmo, toalhas e chávenas. Desde já, agradecemos pelo pequeno grande contributo que nos deram para a realização do nosso projecto.
E - Esta actividade serviu para algo em concreto?
A - Obviamente! Primeiro, ajudou-nos com a nota de final do período; segundo, serviu para juntarmos alguma dinheiro (que tanto nos falta) para os produtos finais; terceiro, fez com que o grupo se conseguisse unir ainda mais.
E - A última pergunta e um bocadinho à parte. Pensam que trabalham bem juntos?
A - Em certos momentos, um de nós falha, algum está mal disposto, outro tem vontade de discordar... Mas já no início do ano nós sabíamos que tal ia acontecer porque já nos conhecemos, no mínimo, há um ano. Porém, tal como grupo, ajudamo-nos sempre uns aos outros e tentamos encobrir pequenas falhas que julguemos que são desnecessárias.
E - Muito obrigada!
A - Até à próxima!
Cátia
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Cátia
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Viva, há alternativa!
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Vou deixar este dia. Adeus.
Aqui vivi nas horas perdidas.
Adeus meu tempo perdido e ganho
Onde descobri onde questionei e, por fim, aprendi!
Por volta da hora da nossa aula, deveríamos estar todos juntos na Casa-Museu Fernando Pessoa. O que para alguns foi uma visita agradável, para outros foi uma chatice e algo totalmente desnecessário.
Devido ao facto de estarmos a "passear" por Lisboa, ninguém trabalhou para AP!
Até à próxima,
Cátia
Aqui vivi nas horas perdidas.
Adeus meu tempo perdido e ganho
Onde descobri onde questionei e, por fim, aprendi!
Por volta da hora da nossa aula, deveríamos estar todos juntos na Casa-Museu Fernando Pessoa. O que para alguns foi uma visita agradável, para outros foi uma chatice e algo totalmente desnecessário.
Devido ao facto de estarmos a "passear" por Lisboa, ninguém trabalhou para AP!
Até à próxima,
Cátia
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Viva, há alternativa!
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Bom como já é habitual acontecer todos os anos, sexta feira realizou-se mais um dia da Caminhada e BTT na escola. Todos os alunos que não fossem á caminhada teriam que se deslocar até ás suas salas de aula e cumprir o seu horário normal de aulas.
Como nenhum dos elementos do grupo "Viva, há alternativa!" foi á caminhada fomos então para AP para nos dedicarmos intensivamente á preparação do nosso próximo e último projecto, a acumpunctura.
Assim que a aula começou, falamos com a professora quanto á calendarização das actividades de A.P já propostas para ver se haveria possibilidade de adiarmos a realização do nosso produto final. Esta actividade estava proposta para dia 23\04 mas visto que ainda não temos instituição para colaborar connosco era-nos completamente impossivel realizar esta actividade no dia 23. Foi então que surgiu a possibilidade de adiar para dia 14\05 ou 21\05.
O grupo já tinha em mente uma instituição a qem pedir colaboração, no entanto ainda não tínhamos entrado em contacto com esta. Assim, decidimos deslocarmo-nos até ao IMT(instituto de medicinas tradicionais) no Porto, para expormos a nossa situação, apresentar o nosso projecto e falar um pouco sobre aquilo que pretendiamos para ver se estavam dispostos a colaborar no nosso projeto.
Bom como já é habitual, foi uma viagem super divertida e animada, onde não faltaram risadas e disparates. Quando chegamos ao local onde se encontra o edifício da tal instituição foi como que um "dejavú". Não estava presente nenhum responsável com qem podessemos falar, apenas se encontrava disponível a secretária que nos informou que o melhor seria enviar um e-mail para lá com a exposição do nosso projecto e as nossas intenções. Ou seja, aconteceu-nos tal e qual como com a EMMA no nosso primeiro mini-projecto daí parecer um "dejavú".
Enfim, viagem e tempo basicamente perdidos para nada, pois ficamos na mesma situação e nada ficou confirmado quanto a podermos contar com o apoio do IMT.
Bom aguardamos agora pela resposta que espero que seja rápida e positiva claro.
Como nenhum dos elementos do grupo "Viva, há alternativa!" foi á caminhada fomos então para AP para nos dedicarmos intensivamente á preparação do nosso próximo e último projecto, a acumpunctura.
Assim que a aula começou, falamos com a professora quanto á calendarização das actividades de A.P já propostas para ver se haveria possibilidade de adiarmos a realização do nosso produto final. Esta actividade estava proposta para dia 23\04 mas visto que ainda não temos instituição para colaborar connosco era-nos completamente impossivel realizar esta actividade no dia 23. Foi então que surgiu a possibilidade de adiar para dia 14\05 ou 21\05.
O grupo já tinha em mente uma instituição a qem pedir colaboração, no entanto ainda não tínhamos entrado em contacto com esta. Assim, decidimos deslocarmo-nos até ao IMT(instituto de medicinas tradicionais) no Porto, para expormos a nossa situação, apresentar o nosso projecto e falar um pouco sobre aquilo que pretendiamos para ver se estavam dispostos a colaborar no nosso projeto.
Bom como já é habitual, foi uma viagem super divertida e animada, onde não faltaram risadas e disparates. Quando chegamos ao local onde se encontra o edifício da tal instituição foi como que um "dejavú". Não estava presente nenhum responsável com qem podessemos falar, apenas se encontrava disponível a secretária que nos informou que o melhor seria enviar um e-mail para lá com a exposição do nosso projecto e as nossas intenções. Ou seja, aconteceu-nos tal e qual como com a EMMA no nosso primeiro mini-projecto daí parecer um "dejavú".
Enfim, viagem e tempo basicamente perdidos para nada, pois ficamos na mesma situação e nada ficou confirmado quanto a podermos contar com o apoio do IMT.
Bom aguardamos agora pela resposta que espero que seja rápida e positiva claro.
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Marta
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Viva, há alternativa!
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Este foi para mim, dos mini-projectos até ao momento realizados, o mais trabalhoso, esgotante e o que nos preocupou mais. Apesar de ser um projecto de pequenas dimensões e mais simples comparativamente com os outros projectos realizados. Isto tudo porque a actividade realizada anteriormente ("Yoga: Vem sentar-te á chinês!") ocupou-nos quase todo o período, impossibilitando-nos assim de trabalhar e preparar esta actividade da Naturopatia. Ou seja, o dia estava a chegar e só então é que o grupo tomou consciência de que não tinha quase nada feito, que o tempo estava a escassear e nós estávamos a ficar muito preocupados e ao mesmo tempo desanimados.
Havia muito trabalho a fazer, assim sendo centramos-nos apenas neste projecto durante toda a semana, o que fez com que se tornar-se numa semana muito intensiva de trabalho ardúo. Mas como sempre o grupo "Viva, há alternativa!" é um grupo de missões impossíveis, sim, porque até em desistir pensamos, mas como nunca se pode desistir, lutamos, lutamos e lutamos e lá conseguimos ter tudo pronto para sexta.
Chegou então ao dia 23 e cá na escola era o Dia aberto das Ciências onde iríamos então expor o nosso mini-projecto. Estávamos sem dúvida um pouco expectantes e de certa forma a sentirmo-nos realizados pois conseguimos fazer tudo de maneira a que tudo estivesse pronto e perfeito para este dia.
Assim que chegamos ao pavilhão B, deslocamo-nos logo até á sala onde estava um cantinho "reservado" para nós. Começamos a fazer a decoração do espaço e a colocar em cima da mesa os produtos que iriam ser vendidos. Eram eles, chávenas pintadas pelos elementos do grupo, pacotinhos de chá (vários tipos) também recolhidos e embalados pelo grupo e toalhas bordadas com as iniciais M.A (medicinas alternativas) que gentilmente a mãe da Lúcia fez o favor de bordar. Em frente a cada tipo de chá havia uma informação das áreas específicas de actuação daquele chá e claro não podia faltar as nossas velinhas e pedrinhas para dar aquele ambiente zen típico das nossas actividades. =D
De inicio pensamos que não iríamos vender muito, mas estávamos enganados. Logo na parte da manha conseguimos vender quase todos os produtos e as pessoas pareciam estar bastantes interessadas e algumas comentaram mesmo que era um trabalho mesmo muito interessante. Na parte da tarde já não havia muito para vender, mas ainda assim demos cabo do "stock". =D
Foi uma actividade bastante produtiva, tanto a nível económico (pois angariamos algum dinheiro) como a nível moral, pois foi essencial para interiorizarmos a ideia de que com trabalho e esforço fazemos e chegamos onde queremos.
Somos uns verdadeiros heróis! Missão cumprida companheiros. . . =D
Havia muito trabalho a fazer, assim sendo centramos-nos apenas neste projecto durante toda a semana, o que fez com que se tornar-se numa semana muito intensiva de trabalho ardúo. Mas como sempre o grupo "Viva, há alternativa!" é um grupo de missões impossíveis, sim, porque até em desistir pensamos, mas como nunca se pode desistir, lutamos, lutamos e lutamos e lá conseguimos ter tudo pronto para sexta.
Chegou então ao dia 23 e cá na escola era o Dia aberto das Ciências onde iríamos então expor o nosso mini-projecto. Estávamos sem dúvida um pouco expectantes e de certa forma a sentirmo-nos realizados pois conseguimos fazer tudo de maneira a que tudo estivesse pronto e perfeito para este dia.
Assim que chegamos ao pavilhão B, deslocamo-nos logo até á sala onde estava um cantinho "reservado" para nós. Começamos a fazer a decoração do espaço e a colocar em cima da mesa os produtos que iriam ser vendidos. Eram eles, chávenas pintadas pelos elementos do grupo, pacotinhos de chá (vários tipos) também recolhidos e embalados pelo grupo e toalhas bordadas com as iniciais M.A (medicinas alternativas) que gentilmente a mãe da Lúcia fez o favor de bordar. Em frente a cada tipo de chá havia uma informação das áreas específicas de actuação daquele chá e claro não podia faltar as nossas velinhas e pedrinhas para dar aquele ambiente zen típico das nossas actividades. =D
De inicio pensamos que não iríamos vender muito, mas estávamos enganados. Logo na parte da manha conseguimos vender quase todos os produtos e as pessoas pareciam estar bastantes interessadas e algumas comentaram mesmo que era um trabalho mesmo muito interessante. Na parte da tarde já não havia muito para vender, mas ainda assim demos cabo do "stock". =D
Foi uma actividade bastante produtiva, tanto a nível económico (pois angariamos algum dinheiro) como a nível moral, pois foi essencial para interiorizarmos a ideia de que com trabalho e esforço fazemos e chegamos onde queremos.
Somos uns verdadeiros heróis! Missão cumprida companheiros. . . =D
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Marta
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Viva, há alternativa!
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Olá todos!
Começou o 3ºPeriodo mas como sempre de uma maneira especial. A escola, como tem sido habito, todos os anos realiza o “Dia de Caminhada e BTT”, mas o grupo decidiu ficar pela escola pois tinha muito trabalho a realizar. Já só falta o produto final, a Acupunctura, e o grupo quer fazer um óptimo trabalho. Por esta razão, o grupo no inicio da aula, falou com a professora para podermos alterar a data visto que não tínhamos tempo de preparar a actividade para a data anteriormente marcada. Depois de alguma conversa, chegamos a conclusão que só podíamos realizar em dois dias, 14 ou 21 de Maio.
Visto que não nos restava muitos dias livres e muito tempo até lá, o grupo saio mais cedo e dirigiu-se até ao IMT (Instituto de Medicinas Tradicionais), para pedirmos a colaboração do instituto para o nosso projecto. A viagem a até ao Porto foi muito divertida, indo o grupo sempre a rir e cantar como é hábito no grupo. Quando chegamos ao instituto, foi-nos dito pela recepcionista que tínhamos que mandar um e-mail, dizendo tudo o que pretendíamos e em que consistia a actividade pois não se encontrava nenhum responsável para falar connosco.
O grupo ficou um bocado desanimado mas passou depressa pois somos muito positivos e há que esperar por uma boa resposta. Até lá continuaremos a trabalhar.
Beijinhos e até à próxima semana!
Começou o 3ºPeriodo mas como sempre de uma maneira especial. A escola, como tem sido habito, todos os anos realiza o “Dia de Caminhada e BTT”, mas o grupo decidiu ficar pela escola pois tinha muito trabalho a realizar. Já só falta o produto final, a Acupunctura, e o grupo quer fazer um óptimo trabalho. Por esta razão, o grupo no inicio da aula, falou com a professora para podermos alterar a data visto que não tínhamos tempo de preparar a actividade para a data anteriormente marcada. Depois de alguma conversa, chegamos a conclusão que só podíamos realizar em dois dias, 14 ou 21 de Maio.
Visto que não nos restava muitos dias livres e muito tempo até lá, o grupo saio mais cedo e dirigiu-se até ao IMT (Instituto de Medicinas Tradicionais), para pedirmos a colaboração do instituto para o nosso projecto. A viagem a até ao Porto foi muito divertida, indo o grupo sempre a rir e cantar como é hábito no grupo. Quando chegamos ao instituto, foi-nos dito pela recepcionista que tínhamos que mandar um e-mail, dizendo tudo o que pretendíamos e em que consistia a actividade pois não se encontrava nenhum responsável para falar connosco.
O grupo ficou um bocado desanimado mas passou depressa pois somos muito positivos e há que esperar por uma boa resposta. Até lá continuaremos a trabalhar.
Beijinhos e até à próxima semana!
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Ana Peixoto